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É de pequenino que se torce o pepino!

Desde muito pequeninos os miúdos começam a receber dos pais os sinais e ensinamentos daquilo que eles entendem como correto e importante. É assim que se inicia a educação de uma criança e que ela passa a entender o que pode ou não fazer. Quem nunca ouviu uma mãe dizer ao filho que não se deita papéis ao chão? Esse é um ensinamento muito básico, mas que vai acabar por tornar a criança num adulto mais consciente da sua relação com a sociedade e o planeta.

Em algum ponto essa criança fatalmente entrará em contato com questões atuais e prementes como a crise climática e ambiental e as metas do desenvolvimento sustentável. Felizmente, esses são temas tão globais e fundamentais que já são abordados até nas escolas. Mas os pais é que são o espelho das crianças, portanto é em casa que elas vão se familiarizar com os conceitos de cidadania e sustentabilidade – de preferência, na prática.

Como todos os temas sociais e ambientais, a moda sustentável não deve ser limitada aos adultos. Afinal, se o que queremos é causar um impacto positivo para as gerações futuras, faz todo o sentido que também os seus roupeiros sejam recheados de moda ética e ecológica. E, além de comprar roupas éticas para os nossos filhos, temos também de educá-los para o consumo consciente, ensiná-los a cuidar das suas roupas, explicar de onde vêm e quantos recursos naturais e humanos foram necessários para a sua produção.

Até há poucos anos era difícil encontrar roupas infantis sustentáveis, e o que havia no mercado era caro e feio. Por isso restava-nos recorrer às marcas high street e à fast fashion com as suas roupas super baratas. Mas comprar de forma sustentável nunca foi tão fácil como hoje. Já por aí há uma infinidade de marcas a produzir roupas éticas e ecológicas para os mais pequenos, e elas são super alegres e criativas, e também acessíveis.

Falamos de roupas que, especialmente comparadas com as convencionais, são muito mais ecológicas e socialmente responsáveis. Que, além de deixarem os miúdos super giros, têm uma série de benefícios agregados.

Por exemplo, embora nem todos os tecidos possam ser considerados “verdes” (como o poliéster ou mesmo o algodão de cultivo convencional), em geral as fibras usadas na roupa infantil sustentável são mais naturais e levam muito menos químicos, como os corantes tradicionais. Os corantes naturais de baixo impacto não causam danos à saúde da criança e garantem um tingimento muito mais ecológico, que requer menos água e não polui os rios. Muitas vezes é também utilizada matéria-prima reciclada, como garrafas plásticas. Isso transforma em algo útil um resíduo de alto impacto e valoriza um recurso não renovável que foi extraído da terra, o petróleo. Roupas velhas de poliéster também podem ser recicladas, através de um processo que usa menos energia e produz menos poluição do que a fabricação de tecidos novos a partir da extração de ainda mais petróleo.

A qualidade e durabilidade das roupas também as torna mais amigas do ambiente, pois garante um ciclo de vida prolongado. Afinal, se a reciclagem certamente reduz o desperdício e o uso de energia, sabemos que a roupa mais sustentável é aquela que já existe, logo a longevidade será sempre a solução mais ecológica. Uma roupa que se mantém em condições apesar do uso e das lavagens pode passar dos mais velhos para os mais pequenos, pode ser doada ou mesmo revendida. Essa particularidade acaba por ter também um impacto económico, já que não será necessário repor tantas peças devido ao desgaste (programado para o quanto antes pela fast fashion), e a venda em segunda mão pode trazer ainda mais economias.

E, além do foco principal de proteger o meio ambiente, as marcas de roupa sustentável também se preocupam com os direitos humanos. Roupas verdadeiramente sustentáveis ​​devem ser feitas de maneira segura e saudável para os trabalhadores, garantindo-lhes qualidade de vida e salários dignos. E esse é o caminho para que a sociedade na qual os nossos filhos vão viver seja mais justa e mais humana. 

Com tudo o que está a acontecer hoje no mundo, é reconfortante saber que existem marcas que se preocupam com o futuro dos nossos filhos. E se pudermos ensinar-lhes a importância da sustentabilidade vestindo-os com marcas sustentáveis, há uma chance muito maior de que eles se tornem bons administradores do planeta.

Ser sustentável significa construir um futuro melhor para a próxima geração. É sobre fazer hoje as coisas que tornarão o mundo num lugar melhor para os nossos filhos no futuro. Portanto, é apenas natural que escolhamos para eles as marcas que realmente valorizam a sustentabilidade. Ao valorizar quem se preocupa com o destino das próximas gerações, estaremos a usar o nosso poder de consumo para garantir que o futuro dos nossos miúdos seja muito melhor.

Então vamos plantar essa semente! 🌱

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